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22 de junho de 2022

CCS - COORDENADORIA DE COMIUNICAÇÃO SOCIAL GABINETE SEMUSA

Semusa ressalta cuidados contra o sarampo e importância da vacinação

Doença é considerada altamente contagiosa, que pode até levar à óbito

 

A notificação de casos de sarampo no Brasil acendeu o alerta da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).  Em Ji-Paraná, seis casos suspeitos foram descartados, após investigação da Divisão de Vigilância Epidemiológica e da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa).

Mesmo com o aumento de casos no país, Rondônia continua sem registros de sarampo, desde 2018. Até o momento, todas as suspeitas foram descartadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen-RO).

O sarampo é uma doença infectocontagiosa aguda, considerada grave e muito comum na infância, especialmente em crianças até 5 anos de idade. A enfermeira da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Semusa, Marcia Gisele Peixoto, ressalta que adultos também podem contrair o sarampo e que a doença é particularmente grave em gestantes e em pessoas imunossuprimidas.

“O sarampo é mais comum em crianças, porém adolescentes, adultos e idosos também estão suscetíveis à doença. É importante ficar atento aos sinais e procurar atendimento médico nos primeiros sintomas”, destacou a enfermeira da Divisão de Vigilância Epidemiológica.

Os primeiros sinais da doença costumam aparecer entre o terceiro e o quinto dia e manchas vermelhas na pele, dores pelo corpo, conjuntivite com sensibilidade à luz, tosse seca e irritativa, coriza e febre acima dos 38,5 graus estão entre os principais sintomas do sarampo.

A dose zero (dose extra) é aplicada em crianças, entre seis meses e menores de 1 ano (11 meses e 29 dias). A primeira dose é destinada para crianças que já completaram 12 meses de vida e a segunda dose deve ser aplicada a partir dos 15 meses.

Atualmente, o Ministério da Saúde segue com a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe (Influenza) e Sarampo, com a Tríplice Viral, vacina que protege contra sarampo, rubéola e caxumba, voltada aos profissionais de Saúde e crianças de 6 meses a menores de 5 anos, indiscriminadamente, independente da situação vacinal de cada um.